terça-feira, 5 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
E agora, Fabrício?
Um dia desses, propus como trabalho para meus alunos do 3º ano do Ensino Médio, a produção de um vídeo em resposta ao vídeo We all want to be young (disponível no Youtube e com um link aqui neste blog). O vídeo relata a diferença de comportamento entre as gerações X, Y e os Baby boomers. Porém, um grupo de alunos apresentou um vídeo um tanto eloquente, com uso de palavrões e cenas que qualquer pai poderia achar discrepante demais para a ocasião. Então, me perguntei: E agora, Fabrício? E pensei: Não quis ser um professor atualizado, como você vai encarar isso? Logo, me veio à cabeça: Gostei muito do vídeo, porém gostaria de censurar algumas cenas devido à ditadura! Pedi que os alunos reeditassem o vídeo, cortando as cenas e usassem asteriscos para os palavrões. Na semana seguinte, tive a oportunidade de me encontrar com a Professora Walkyria Monte Mór, que solicitamente, me ajudou a pensar em uma possibilidade de discussão à partir da situação mencionada. Ela me sugeriu que discutisse com os alunos sobre quem poderia ser a 'audiência' dos vídeos. Isso me tranquilizou e me possibilitará continuar promovendo a atividade sem muitos imprevistos.
Formar professores?
Desde 2005, trabalho com a formação de professores e venho me questionando esse tempo todo qual é o meu papel. Está bem claro dentro de mim que não sou um treinador e não vou para uma sala de aula de formação para fazer 'movimentos repetitivos' para que os participantes 'decorem' e reproduzam sem errar.
Eu acredito, e muito, que formar um professor é dar a ele(a) a oportunidade de experimentar o novo, o velho, o conhecido, o desconhecido e escolher o seu caminho. Mas é claro, muitas vezes já fui sacrificado como uma oferenda. Culpa minha! Talvez, não tenha me expressado com clareza aonde queria chegar!
Uma das experiências mais relevantes e que valem a pena ser compartilhada são os blogs criados pelos participantes do curso de pós graduação lato sensu da UNIBERO, em São Paulo.
A criação do blog não é apenas uma ferramenta para que os alunos descubram como se use, mas uma oportunidade para que eles compartilhem o conhecimento e as experiências vivenciadas durante o curso.
http://multimodalteachers.blogspot.com
http://aventeduc.blogspot.com
Esses são dois exemplos escolhidos aleatoriamente.
À primeira vista, os participantes reagem com espanto, quando lhes peço para criarem um blog. Depois da sensação inicial, eles parecem se deleitar com o feito e "tomam gosto pela coisa".
Nos próximos posts, narrarei um pouco mais essa experiência.
Eu acredito, e muito, que formar um professor é dar a ele(a) a oportunidade de experimentar o novo, o velho, o conhecido, o desconhecido e escolher o seu caminho. Mas é claro, muitas vezes já fui sacrificado como uma oferenda. Culpa minha! Talvez, não tenha me expressado com clareza aonde queria chegar!
Uma das experiências mais relevantes e que valem a pena ser compartilhada são os blogs criados pelos participantes do curso de pós graduação lato sensu da UNIBERO, em São Paulo.
A criação do blog não é apenas uma ferramenta para que os alunos descubram como se use, mas uma oportunidade para que eles compartilhem o conhecimento e as experiências vivenciadas durante o curso.
http://multimodalteachers.blogspot.com
http://aventeduc.blogspot.com
Esses são dois exemplos escolhidos aleatoriamente.
À primeira vista, os participantes reagem com espanto, quando lhes peço para criarem um blog. Depois da sensação inicial, eles parecem se deleitar com o feito e "tomam gosto pela coisa".
Nos próximos posts, narrarei um pouco mais essa experiência.
Amanhã é só o começo...
Embora eu venha discutindo e estudando sobre o uso de tecnologia em sala de aula de língua estrangeira há um tempo e pedido para que os participantes dos cursos que oriento produzam blogs e façam uso de outras ferramentas digitais, nunca senti a necessidade de ter um blog, seja pela timidez, pelo medo da crítica ou preguiça mesmo, mas ainda vou descobrir o motivo.
To Be professor - To be talvez seja um verbo que combine bem com a profissão, pois um professor não nasce pronto e, pela minha perspectiva, nunca está pronto até enfrentar os desafios que aparecem cotidianamente em cada sala de aula. Além disso, há muitos que se dizem professor, mas só estão professores, não são!
Ser professor, para mim, é viver com emoção, realizando o ofício com vontade, aquela vontade que se tem quando vamos experimentar algo pela primeira vez. Logo, ser professor dessa forma é ser um Educador.
Resolvi começar a escrever para poder compartilhar um pouco da minha experiência com aqueles que não me conhecem. Pode ser quer ele contribua e acrescente algo na prática de alguns ou seja apenas um estopim para discussões.
Eu sei que nada sei (Platão), mas aprendo algo novo a cada dia!
Espero que aproveitem!
To Be professor - To be talvez seja um verbo que combine bem com a profissão, pois um professor não nasce pronto e, pela minha perspectiva, nunca está pronto até enfrentar os desafios que aparecem cotidianamente em cada sala de aula. Além disso, há muitos que se dizem professor, mas só estão professores, não são!
Ser professor, para mim, é viver com emoção, realizando o ofício com vontade, aquela vontade que se tem quando vamos experimentar algo pela primeira vez. Logo, ser professor dessa forma é ser um Educador.
Resolvi começar a escrever para poder compartilhar um pouco da minha experiência com aqueles que não me conhecem. Pode ser quer ele contribua e acrescente algo na prática de alguns ou seja apenas um estopim para discussões.
Eu sei que nada sei (Platão), mas aprendo algo novo a cada dia!
Espero que aproveitem!
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